segunda-feira, 24 de novembro de 2008
sábado, 15 de novembro de 2008
Desenhos do Fabregat
Ricardo Kotscho
Saint'Clair de Vasconcelos
Celia Ameriot
Humberto MendesPara conhecer mais visite o blog do Fabregat
Criação de Blog e Jornalismo on-line encerram 9ª Secom
O jornalista e também editor-chefe de conteúdo digital do Grupo O Estado de S. Paulo, Marco Chiaretti, foi o último palestrante da 9ª Secom, nesta sexta-feira (14). O publicitário e editor de criação da Clic Interativa, Renato Frigo, também ministrou a última oficina da Semana sobre “Criação de Blog”.
Abordando o tema “Jornalismo on-line”, Chiaretti falou sobre os conteúdos da web, citou o trabalho realizado pelos grandes portais da atualidade e disse que a web é uma plataforma nova e que alguns profissionais que trabalham na rede ainda não possuem o domínio completo de todas as suas ferramentas.
O jornalista também comentou sobre a rapidez das informações veiculadas na internet, “hoje é preciso ter cuidado quanto ao que dizemos, porque tudo é gravado e rapidamente disponibilizado na web”, esclarece. Por sua vez, o “workshop” do publicitário Renato Frigo, contou com a participação dos alunos do ISCA Faculdades e encerrou a semana de oficinas.A 9ª Secom teve inicio na última segunda-feira (10), e desde então trouxe ao longo da semana grandes profissionais da área da comunicação conhecidos nacionalmente, entre eles: Thiago Lopes, Rodrigo Rodrigues, Ricardo Kotscho e Saint’Clair de Vasconcelos, Humberto Mendes e Marco Chiaretti.
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
“4º Congresso” é tema da palestra de Humberto Mendes
Mendes é vice-presidente executivo da Federal Nacional das Agências de Propaganda (Fenapro), atua em propaganda há 50 anos e escreve sobre publicidade no “Correio Brasiliense”, “Jornal do Comércio” e “Propaganda e Marketing”.

Durante a palestra, o publicitário contou detalhadamente sobre todas as comissões que compuseram o Congresso, que este ano aconteceu nos dias 14, 15 e 16 de julho e alertou sobre o mercado de trabalho do profissional da publicidade e propaganda. “Nosso negócio é um negócio difícil, esse negócio não é para amador”, declara.
O palestrante ainda ressaltou a importância de planejamento nos projetos e consultas jurídicas para que os comerciais e demais propagandas não sejam barrados pelo Conselho de Auto-Regulamentação Publicitária (CONAR) e para que as agências não sejam fechadas. “Nunca se teve tanta proibição”, completa.
A criatividade abrangente na área também foi discutida. Segundo Mendes, é possível encontrar muitos talentos em diversas regiões, ao contrário do que pensam muitas agências.A Secom de quinta-feira ainda ofereceu para os alunos a oficina de TV com o professor José Luiz Pinotti, em que pode-se ter uma prévia de como funciona a TV. Os alunos puderam realizar pequenas gravações no formato de um telejornal.
Para o aluno do 4º semestre de Jornalismo, Felipe Furlanetti, com a oficina pôde ver como funcionam os programas televisivos. E ser por alguns instantes um repórter de TV. “Eu sempre tive vontade de conhecer os bastidores de como são feitos os telejornais”, diz.
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
ISCA recebe Ricardo Kotscho e Vasconcelos

Vasconcelos, que é presidente do Sindicato das Agências do Estado de São Paulo, vice-presidente da Federação Nacional das Agências de Propaganda (Fenapro) e sócio da Contexto Propaganda, lembrou que hoje o consumidor é quem está no comando, ele tem o poder de escolher o que quer ver e ouvir. Destacou ainda, que a sociedade atual é composta por informação e conhecimento, e salientou a evolução das mídias, como a internet e a TV digital.Já Kotscho, que foi secretário de comunicação do governo Lula, e atualmente é jornalista do portal IG e da revista Brasileiros, ressaltou a importância de o jornalista manter o contato com o público e presenciar os acontecimentos. "A maioria dos jornalistas não vai tanto para a rua. O jornalista tem de ir onde o povo está", afirmou. Kotscho também lembrou que o mais relevante no trabalho jornalístico é o conteúdo e não a plataforma. Segundo ele, se uma história for boa não interessa se vai na ser publicada na internet ou em um jornal impresso.

Nesta quinta-feira (13), o palestrante é o publicitário Humberto Mendes, vice-presidente executivo da Fenapro, que atua na área há 50 anos e escreve sobre o tema no jornal Correio Brasiliense, Jornal do Comércio e Propaganda e Marketing. O tema a ser discutido é "O que muda na Publicidade após o '4º Congresso'".
A 9ª Secom prossegue até sexta-feira (14), com oficinas a partir das 18h30 e palestras às 19h30. O evento é aberto a profissionais da área e ao público em geral. Para quem não é aluno do ISCA pede-se a contribuição de um quilo ou um litro de alimento não-perecível, que será destinado ao Asilo João Kühl Filho, de Limeira.
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
Rodrigo Rodrigues desmistifica a TV no segundo dia da Secom
O apresentador do programa Vitrine, da TV Cultura, foi exemplo de descontração durante todo o tempo em que esteve conversando com os alunos do ISCA Faculdades.Rodrigues, ao falar do Vitrine, apresentou um trecho de uma edição especial que traz as suas reportagens marcantes desde de 2005. Ano em que ele, ao lado de Sabrina Parlatore, assumiu a apresentação do programa.
“O Vitrine é um programa focado nos bastidores dos meios de comunicação”, ele explica. Experiências vividas como repórter e apresentador do programa da TV Cultura, e em outras emissoras, foram de forma descontraída relatadas.
Ao comentar sobre a maneira diferente de apresentar o programa, Rodrigo explicou que sempre agiu assim, e que isso faz parte de seu jeito de ser, esclarecendo que esse tipo do programa permite tal informalidade. “Mas para um jornalista impor o seu estilo, precisa brigar muito”, comentou.
O apresentador também não economizou críticas à situação atual da televisão no Brasil, e alguns modos de se fazer jornalismo, que considera antiquado ou com pouca ética jornalística, por exemplo, programas de humor como CQC - Custe o que Custar, da Rede Bandeirantes, e Pânico na TV, da Rede TV.O segundo dia da Secom ainda contou com sorteio de livros para os alunos presentes, e a entrega da “Revista Brasileiros”, na qual escreve o jornalista Ricardo Kotscho.
Escolaridade interfere em ganho salarial de jornalistas, diz estudo da Fenaj
No Brasil, o levantamento foi coordenado pelo Departamento de Mobilização, Negociação Salarial e Direito Autoral da FENAJ. Segundo o diretor do órgão, José Carlos Torves, a amostragem escolhida levou em conta profissionais presentes ao 33º Congresso Nacional de Jornalistas, segundo informa a Federação.
Na divisão entre gêneros, a pesquisa aponta igualdade entre homens e mulheres no quadro de profissionais da categoria, 50,8% e 49,2%, respectivamente. Outro dado fornecido pelo estudo revela que nas redações a faixa etária dos jornalistas fica, em média, entre os 41 e 55 anos.
A pesquisa mostra também que o aumento da remuneração dos profissionais está diretamente relacionado ao nível escolar apresentado. Nos que possuem mestrado e doutorado, os quais somam mais de 12%, os salários giram entre mil a cinco mil dólares.
Com relação às questões trabalhistas, a falta de vínculos empregatícios, o não comprometimento entre empresa e funcionário nas datas e salários fixados e a morosidade no cumprimento de obrigações sociais são pontos mais abordados pelos profissionais do setor.
Via Portal Imprensa
Ex-assessor de Lula fala hoje no Isca
Ganhador de três prêmios Esso, uma das principais premiações do jornalismo no Brasil, Kotscho atua na revista "Brasileiros" e no portal IG. Ele é autor de vários livros, entre os quais "Do golpe ao Planalto", no qual relata, entre outras coisas, bastidores de sua participação no governo Lula.
Organizada pelos cursos de Jornalismo e de Publicidade e Propaganda, a 9ª Secom foi aberta anteontem com a palestra do publicitário Thiago Lopes, da Agência Talent, de São Paulo. Abordando o tema "Idéias novas no mercado da comunicação", ele falou sobre a importância da publicidade buscar o que é capaz de mobilizar as pessoas.
Segundo Lopes, a publicidade hoje está em todo lugar, o que gera um certo cansaço no público. Daí a necessidade de pensar também na qualidade da mensagem que está sendo transmitida. Ele apontou ainda a existência de um "novo" tipo de consumidor, que pode escolher quando se relacionar com o conteúdo. Por isso, destacou a importância de "provocar", de "não desatar todos os nós" para as pessoas.
O palestrante apresentou casos de sucesso que utilizaram a "provocação" como recurso. No final, respondeu perguntas do público, formado por estudantes e profissionais de comunicação. As palestras da Secom são abertas ao público. A entrada para quem não é estudante do Isca é um quilo ou um litro de alimento não-perecível. O Isca fica no km 4 da Rodovia Limeira/Piracicaba (SP-147).
Via Jornal de Limeira
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Publicitário Thiago Lopes abre a Semana de Comunicação Social
Durante a palestra – “Boo - De onde você tira seus insights?”, Lopes contou sobre suas experiências profissionais, falou sobre os insights (idéias) e revelou que “cada vez faz menos sentido construir um insight perfeito”, além de usar recursos de vídeos para mostrar ao público as propagandas que fizeram sucesso na internet. Além da palestra, a oficina de Ilustração Gráfica Aplicada à Comunicação, ministrada pelo publicitário Renato Fabregat, contou com a participação dos alunos de comunicação social, ciências contábeis e visitantes.
Amanhã, terça-feira (11) será o apresentador do Programa Vitrine, da TV Cultura, Rodrigo Rodrigues, que realizará a palestra “Mídia falando de mídia”, no segundo dia da Semana. A 9ª Secom acontece de 10 a 14 de novembro de 2008 e estará aberta aos profissionais da área e ao público em geral, mediante a colaboração por pessoa de 1 quilo ou litro de alimento não perecível, que será destinado ao Asilo João Kühl Filho, de Limeira.
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Preocupação social dá o tom da Semana de Comunicação do ISCA Faculdades
A 9.a Semana de Comunicação (SECOM) contará com a presença de jornalistas e publicitários conhecidos nacionalmente, entre eles: Ricardo Kotscho, Rodrigo Rodrigues, Sant’Clair de Vasconcelos, Marco Chiaretti, Humberto Mendes e Thiago Lopes (veja a programação completa no anexo).
Além das palestras diárias, haverá oficinas de ilustração gráfica, TV, rádio e blog, sempre às 18h30. As inscrições para as oficinas, abertas a jovens interessados nessas áreas, devem ser feitas das 14h às 18h, pelo telefone (19) 3404- 8761, com as estagiárias Tamires e Regina.
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
A Campanha do Homem Chocolate da Axe
Aqui no Brasil
Haddad defende curso de jornalismo de dois anos para graduados em outras áreas
Haddad falou nesta quarta-feira sobre o assunto ao dar posse à nova secretária de Educação Superior, Maria Paula Dallari Bucci. Ele afirmou que o jornalismo é uma das quatro áreas que estão na mira do Ministério da Educação por terem "conexão direta com a questão democrática". As outras são medicina, direito e pedagogia.
No caso das faculdades de jornalismo, porém, o MEC não pretende cortar novas vagas em cursos de baixa qualidade, como vêm fazendo no direito, na medicina e na pedagogia. O ministro enfatizou que a intenção de mexer nas diretrizes curriculares independe da discussão sobre a obrigatoriedade do diploma para jornalistas. Ele disse que a preocupação é com a qualidade da formação profissional:
- Em países onde não há obrigatoriedade de diplomas, há boas escolas de jornalismo.
A legislação brasileira exige que os jornalistas sejam formados na área, mas uma liminar do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes, acabou com a exigência. O julgamento de mérito, em plenário, deverá ocorrer ainda este ano.
O presidente da Federação Nacional de Jornalistas (Fenaj), Sérgio Murillo de Andrade, é favorável à iniciativa do MEC, mas com uma condição: a recíproca deve ser verdadeira. Ou seja, jornalistas que queiram graduar-se em economia ou ciência política, por exemplo, também seriam beneficiados pelo aproveitamento de disciplinas e a menor duração do curso:
- Se a regra for só para jornalismo, a proposta terá a nossa oposição. Seremos radicalmente contra. O jornalismo não é profissão inferior. Por que eu não poderia fazer economia, história da mesma forma?
A nova secretária Maria Paula informou que a decisão de alterar as diretrizes curriculares cabe ao Conselho Nacional de Educação e ao MEC.
Via O Globo
Quem conseguir explicar essa propaganda ganha um chocolate ;-)
Esse filme ganhou o Grand Prix em Cannes esse ano.
terça-feira, 28 de outubro de 2008
MEC propõe revisão do currículo dos cursos de jornalismo
Segundo Andrade, a Fenaj já está elaborando uma proposta de avaliação para apresentar ao ministério. Andrade também cobrou do ministro a participação direta na comissão de avaliação que ele pretende criar. “Estamos de acordo que existem algumas carreiras que são centrais, que tem ligação direta com o sistema democrático, como, por exemplo, o médicos, psicólogos, advogados e jornalistas. Muitos profissionais de comunicação ingressam no mercado de trabalho sem qualificação. É preciso supervisionar o funcionamento dessas faculdades e, se necessário, fechar algumas vagas, para instalar um padrão de qualidade para o curso de jornalismo”, ressalta Andrade.
O presidente da Fenaj disse que o ministro da Educação deixou bem claro que o MEC não vai interferir na questão da regulamentação das profissão. De acordo com ele, o ministro alegou que é dever do Congresso Nacional decidir sobre a regulamentação da profissão.
Andrade ressalta também que Haddad entende que o espaço adequado para formação do jornalista é a graduação. E que uma maneira de encerrar as discussões sobre a regulamentação é implantar a dupla diplomação em diversas áreas acadêmicas.
Para Fenaj, a pessoa para exercer a profissão de jornalismo deve ter feito o curso superior na área. Andrade alega que é uma forma de respeitar os direitos do cidadão de ser bem informado.
Via Agencia Brasil
Programação definida para as palestras da SECOM 2008
10/11 - Mídia, Política e Realidade
* Thiago Lopes - Publicitário é gerente de planejamento estratégico e líder do Talent Oxygen. Coordenou estudos de tendências e comportamento do consumidor e cuidou de contas como Coca-Cola, Banco Real, L'Oréal, TIM, Tigre, Votorantim e Alpargatas.
11/11 - Mídia falando de mídia
* Rodrigo Rodrigues - Jornalista é repórter e apresentador do Programa Vitrine, da TV Cultura.
12/11 - Novos rumos da Comunicação
* Ricardo Kotscho - Jornalista da revista Brasileiros e do portal IG. Trabalhou nos principais veículos da Imprensa, tendo recebido três prêmios Esso de Jornalismo e ex-secretário de immprensa do governo Lula.
* Saint'Clair de Vasconcelos - Publicitário, é presidente do Sindicato das Agências do Estado de São Paulo, vice-presidente da Federação Nacional das Agências de Propaganda (Fenapro) e sócio da Contexto Propaganda.
13/11 - O que muda na Publicidade após o "4º Congresso"
* Humberto Mendes - Publicitário, é vice-presidente executivo da Fenapro. Atua em propaganda há 50 anos e hoje escreve sobre o tema no Correio Brasiliense, Jornal do Comércio e Propaganda e Marketing.
14/11 - Jornalismo On-line
* Marco Chiaretti - é editor-chefe de conteúdo digital do Grupo O Estado de São Paulo. Trabalhou com jornalismo on-line no UOL, StarMedia, Abril, IBest e na Prefeitura de São Paulo.
Definidas as oficinas extra-curriculares para a SECOM 2008
10/11 - Oficina de Ilustração Gráfica aplicada a Comunicação
* Renato Fabregat - Publicitário, Cartunista, Professor Universitário, Diretor de Criação e Professor de Ilustração Gráfica.
11/11 - Oficina de Comunicação Radiofônica
* Caio Bortolan - Jornalista e Diretor da Rádio Educadora AM e Estereosom FM
12/11 - Podcasting. Revolução do Rádio 2.0
* Bruno Bortolan - Fundador do PodcastOne, portal vencedor do concurso INFO Exame de web 2.0
13/11 - Oficina de TV
* Luiz Crescenzo - Jornalista e Repórter da EPTV
14/11 - Oficina sobre Blogs
* Renato Frigo - Publicitário e diretor de criação da Clic Interativa
terça-feira, 21 de outubro de 2008
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
Você sabe o que é Human Kind?
O Jornalismo na Era Digital
Pierre Lévy (As Tecnologias da Inteligência)
O advento de um novo ambiente comunicacional, multimidiático, está alterando um modelo que por muito tempo orientou a comunicação de massa. As atuais tecnologias de comunicação - a mídia impressa, o rádio e a televisão - distribuem informação baseadas no modelo de "um para muitos". O desenvolvimento da tecnologia de transmissão digital de dados via redes de computadores opera uma modificação no modelo de comunicação vigente: a audiência, além de ter acesso a um maior número de informações de maneira rápida e diversificada, passa a poder produzir e disponibilizar suas próprias informações nas redes de comunicação ¹.
Embora essa transformação no modelo comunicacional esteja no início e as pessoas ainda tenham uma relação pouco interativa com o meio digital, as mídias tradicionais já perceberam que estão diante de um quadro novo e que é preciso investir em novas tecnologias para acompanhar o ritmo das mudanças. Hoje, as mais importantes companhias jornalísticas no mundo possuem Web sites com versões digitais de seus principais produtos editoriais e a tendência é que estas empresas ampliem seus investimentos no setor de mídias interativas.
A entrada de jornais e revistas na Internet inaugura um novo veículo de comunicação que reúne características de todas as outras mídias e que tem como suporte as redes mundiais de computadores. O jornalismo digital representa uma revolução no modelo de produção e distribuição das notícias. O papel (átomos) vai cedendo lugar a impulsos eletrônicos (bits) que podem viajar a grandes velocidades pelas auto-estradas da informação. Estes bits podem ser atualizados instantaneamente na tela do computador na forma de textos, gráficos, imagens, animações, áudio e vídeo; recursos multimídia que estão ampliando as possibilidades da mídia impressa.
As primeiras experiências de jornalismo digital se deram nos Estados Unidos, nos anos 80, a partir de sistemas de videotexto produzidos por empresas como a Time, Times-Mirror e a Knight-Ridder. No final da década, com a ainda incipiente expansão da Internet, jornais digitais eram mantidos por empresas de serviços online, como a American Online e a Prodigy.
Em 1993, apenas 20 jornais estavam online, todos eles norte-americanos. Atualmente, existem na Internet mais de dois mil jornais e cerca de quatro mil revistas digitais, segundo levantamento realizado por Eric Meyer, consultor norte-americano em mídia. De acordo com ele, 50 novos jornais entram na Web a cada mês, uma taxa de crescimento que vem se mantendo estável nos últimos tempos ². Estes números revelam que é cada vez maior o interesse de grupos editoriais pela mídia online e é fácil entender o porquê, já que este novo meio abrange milhares de consumidores ávidos por informação e entretenimento.
O advento da World Wide Web, em 1989, foi decisivo para este boom de publicações na Internet, possibilitando uma melhor adaptação de jornais e revistas ao suporte digital. Pela primeira vez, a rede ganhava uma interface gráfica amigável, baseada em hipertexto e multimídia, que permitia aos usuários acessarem qualquer informação com um simples clique do mouse. Já não era mais preciso aprender uma série de comandos complicados para navegar na Internet. Desta forma, ela se tornou muito mais interessante e fácil de acessar, atraindo um grande número de internautas que já somam mais de 40 milhões em todo o mundo.
A Web é uma "teia" de proporções gigantescas que conecta banco de dados e computadores espalhados por todo o mundo. Segundo estimativas do Instituto de pesquisa norte-americano Forrester Research (http://www.forrester.com/), 170.000 páginas estão surgindo na Web a cada dia. Outras estimativas apontam que a WWW é a parte da Internet que mais cresce, dobrando de tamanho a cada quatro meses. Segundo o jornalista e especialista em mídia interativa, Steve Outing, 94% das publicações digitais estão disponíveis na Web e a tendência é que este percentual aumente com o surgimento de novos periódicos eletrônicos, principalmente jornais e revistas de pequena circulação ³.
Os baixos custos de produção de um site na Web representam outro fator determinante para o crescimento do setor de editoração online. Um número cada vez maior de publicações de pequeno porte tem lançado suas versões eletrônicas na Internet, disputando espaço com gigantes das companhias jornalísticas. Mesmo nos casos de publicações de grande circulação, é mais barato produzir uma edição eletrônica do que o seu equivalente impressso. Nos Estados Unidos, por exemplo, para lançar uma revista mensal, de alcance nacional, gasta-se cerca de 15 milhões de dólares. Na Internet, este valor cai para 100 mil dólares, com a vantagem de que ela estará acessível para todo o mundo.
De 1995 para cá, os sites noticiosos evoluíram bastante e passaram a explorar de forma mais adequada e criativa os recursos da World Wide Web. As melhores publicações digitais hoje vão além da simples transposição do conteúdo editado em suas versões impressas e disponibilizam dados e informações complementares que ficaram de fora da edição em papel, além de matérias exclusivas para a Web com links para outros sites, áudio, vídeos, animações e outros elementos de multimídia. Além disso, nestas publicações, o leitor tem acesso a bancos de dados, arquivos eletrônico com edições passadas, fóruns de discussão e sistema de bate-papo em tempo real, mecanismos de busca em classificados online, notícias atualizadas a todo o instante e uma série de outros serviços, só possíveis graças ao suporte digital.
Via http://www.facom.ufba.br/pesq/cyber/manta/Guia
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
Novo marketing deve emocionar os consumidores, diz Seth Godin
O segundo palestrante do Digital Age 2.0, que acontece nos dias 1 e 2 de outubro, em São Paulo, defendeu que baixar os preços de produtos não é mais uma eficiente estratégia de marketing. "Dessa forma, seu negócio não crescerá", afirma.
Além disso, na web você não vê jingles e slogans. "É melhor você ter um plano diferente e ouvir a massa para que ela fale sobre seus produtos", diz Godin.
Como exemplo, Godin mencionou o mercado de meias. Elas são necessárias por muitas razões - proteger os pés, afastar cheiros desagradáveis e assim por diante -, mas o sucesso vem pelo que ele chamou de marketing emocional.
"Pense em garotas de 12 anos de idade, que têm muitas roupas. Elas só vão comprar meias se realmente as amarem. O produto será algo que elas mostrarão às outras na escola e darão de presente às amigas", exemplifica Godin, enquanto mostra seu próprio par de meias divertido.
Ou seja, "hoje você vende o que as pessoas querem, e não o que elas precisam", diz Godin. "O marketing precisa aprender com os consumidores. Se eu não amo e me emociono com o seu produto, ele é invisível."
Godin menciona que de nada adianta se você vende um produto sem relação com o consumidor - se ele custa 50 mil dólares e dá muito lucro para a empresa, vale menos a pena do que um que custa 1 mil dólares e têm a vantagem de ter ganho aqueles consumidores por terem construído um relacionamento.
Para reconstruir a pirâmide tradicional de marketing, Godin menciona alguns princípios revolucionários. "Primeiro, quem cobra tanto por um produto não quer chegar ao usuário final. As pessoas compram histórias, compram fatos, e não uma lista de recursos", explica.
A idéia, então, é oferecer um produto ou serviço antes que as pessoas precisem deles. Em seguida, conecte o público. "Um banco se conecta aos seus clientes. O eBay e o PayPal conectam consumidores. Tudo que você precisa é uma boa idéia e uma história interessante para as pessoas te ouvirem."
Um bom lugar para falar com as pessoas são as redes sociais, expõe Godin. "Você não vai resolver o problema criando um espaço no Second Life para sua marca, mas contando uma boa história e criando um movimento nas redes. Veja o exemplo de Barack Obama, que espalhou suas idéias pelo Facebook."
Rede social Sonico chega oficialmente ao Brasil, em busca de mais publicidade
A rede social Sonico, que conquistou 5 milhões de usuários brasileiros em 8 meses (22% de sua base de 24 milhões de usuários), estréia oficialmente hoje no Brasil.
Uma das principais metas da empreitada é crescer em publicidade no país. A princípio, a empresa anunciou parceria com a Permission, que será sua representante na venda de publicidade.
Outra estratégia será atuar patrocínios "e dar enfoque a mídias sociais”, diz o CEO da empresa argentina, Rodrigo Teijeiro. Segundo o IDG Now, entre os acordos já fechados de marketing estão a Nokia, Coca-Cola e Terra.
Embora a rede social pretenda abrir um escritório no Brasil nos próximos seis meses, a operação envolverá apenas apoio de vendas, já que a Argentina é a base para desenvolvimento de software e produtos.
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Brasil terá 150 milhões de internautas em 2010
As iniciativas do governo para promover a inclusão digital podem levar internet à 80% da população brasileira até 2010.
A previsão foi feita pelo ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende, na última sexta-feira (26) durante uma entrevista no estúdio da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).
“Estimamos que até 2010 teremos 80% da população brasileira acessando regularmente a internet de uma forma ou de outra. Essa é uma meta global”, afirma o ministro em declaração repercutida pela Agência Brasil.
A intenção é triplicar o número de brasileiros com acesso à rede, passando dos atuais 60 milhões para no minímo 150 milhões de usuários.
De acordo com o ministro, o governo tem investido na construção de telecentros em comunidades de baixa renda, ampliação dos laboratórios em escolas públicas e na conexão desse computadores com a rede através do "Programa Banda Larga na Escola". Além disso, o plano nacional de inclusão social e digital ainda prevê mais de R$ 40 bilhões em investimentos até o final do mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Durante a entrevista, Rezende apontou as iniciativas como prioridade do Ministério. Lançado no início do mês, o "Programa Banda Larga na Escola" tem sido feito através de uma parceira do governo com empresas de telefonia.
Redação Adnews
Mídia fatura R$ 11,3 bi com publicidade; web é destaque
Os veículos de comunicação faturaram R$ 11,3 bilhões com publicidade, em registro feito até julho. O principal destaque da lista foi a internet. O meio cresceu 44,4%, alcançando R$ 383,2 milhões e um total de 3,37% de participação. Em 2003, primeiro ano em que o meio passou a ser medido, a participação era de 1,7%.
Mesmo com o aumento, a web perdeu a quinta posição no bolo publicitário para a TV paga, que aumentou Olimpíadas que fizeram com que aumentassem os investimentos no meio. Foram R$ 384,1 milhões, ou seja, 3,38%.
O primeiro lugar do ranking permanece na mão da TV aberta, que faturou R$ 6,6 bilhões, 58,5% do total. Rádio (24%), revista (21,3%) e TV por Assinatura (22,9%) também aumentaram suas médias. O Guia e Listas (-13,2%) foi o único meio que teve performance negativa.
Via: Adnews


